Sete médicos investigados após a morte de Michael Jackson, em junho de 2009, não serão indiciados. A informação foi divulgada pelo Bureau de Combate às Drogas da Califórnia, entidade à frente do caso. Conrad Murray, médico pessoal do cantor, porém, não faz parte dessa lista. Ele é acusado de ter dado um coquetel de remédios que teriam levado Jackson a morte. O médico, que se diz inocente, pode responder por homicídio involuntário. O DEA, departamento federal antidrogas dos EUA, também não vai indiciar nenhum dos sete médicos.